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terça-feira, 31 de maio de 2011

Post Mortem



Quando Epitáfio falava, todos se calavam.

Pêjota



«Jesus não recebeu a comissão relativamente à transferência do Júlio César e o homem dos frangos não viu nada. Como vê, aqui no Benfica, é tudo transparente.»


– Luís Filipe Vieira, também conhecido por «Orelhas-Grandes», «Dumbo» e «Rei dos Pneus»

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Reformas


Novas reformas calculadas com base na totalidade da carreira contributiva dos bisavós.

Soares dixit

 
Mário Soares, 1978:
«Não vamos meter o socialismo na gaveta.» 

Mário Soares, 2011:
«Esta não é a melhor altura para deixar cair José Sócrates.»

sexta-feira, 27 de maio de 2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Domingos



Domingos, paciência. 

Falcão



O que diferencia os falcões das demais aves de rapina é o facto de terem evoluído no sentido de uma especialização no voo em velocidade (em oposição ao voo planado das águias). in Wikipédia

quinta-feira, 12 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bungee-jumping



Atirou-se da ponte abaixo, farto da monotonia da sua vida de instrutor de bungee-jumping.

Voto



No próximo dia 5 de Junho, vota em alguém que
·         não faz falsas promessas, e as promessas que faz, cumpre
·       não tem medo de não ser eleito
·       não tem o Sócrates, nem o Silva Pereira, nem o Lacão nas listas
·       não tem o Passos Coelho, nem o Miguel Relvas, nem o Marco António nas listas
·       tem um líder carismático com provas dadas
·       não gasta dinheiro em outdoors
·       apresenta o melhor programa de governo dos últimos 30 anos
·       é capaz de trabalhar em coligação para resolver os grandes problemas do País

Dia 5 de Junho VOTA UE/BCE/FMI –
 O VOTO NA MATÉRIA

    sexta-feira, 6 de maio de 2011

    Champions



    Sporting, Benfica e Porto seguem em frente na Champions' League, excepto o Sporting e o Benfica.

    Luz



    Jesus recebido aos gritos de «Barrabás!»

    SôZé



    - Terrível, SôDalai.

    - Pois, SôZé. 
    - O homem ainda teve esperança, quando viu a Luz ao fundo do túnel. 
    - Mas não. A Luz continua com problemas de eliminação. 
    - É injusto, porque o homem, esta época, cumpriu tudo o que se esperava dele. 
    - E a equipa idem aspas. 
    - O Roberto, ontem, desiludiu. 
    - Pois é, defendeu tudo. 
    - Acha que vai defender Jesus? 
    - Naaa, vai negá-lo antes que o frango cante três vezes. 
    - Os frangos cantam? 
    - Os dele, até chiam. Bradam aos céus. 
    - Não estava nos seus dias. Mas voltando ao Jesus, ouviu a conferência de imprensa? 
    - Foram vinte minutos, não foram? Deve ter sido mais um desacordo ortográfico dos dele, não? 
    - Claro. já não falo nisso. Mas foi franco e sincero. 
    - Como assim? 
    - Disse que o que mais lamentava era não poder cumprir o sonho de ser massacrado pelo Porto, por uma vez, fora do país. 
    - Ele disse isso? 
    - Ouvi eu, com estes que a terra há-de comer. 
    - O que mais lhe deve custar é ter sido o Domingos, com a sede que ele lhe tem. 
    - O Domingos foi feito para o homem. 
    - O contrário é que parece que não. 
    - E agora, o Porto contra um grande ex-portista. 
    - Que delícia. In-Port Ex-Port. Parece que ainda o estou a ver de azul e branco. 
    - Por um lado é pena. 
    - Pois é, não dá para massacrar. Nesse aspecto, o Benfica vai fazer falta. 
    - O Benfica faz sempre falta. Só não são assinaladas. 
    - Embora assinaláveis. Veja-se o Vata. 
    - Nunca vi uma coisa daquelas. 
    - Pois, foi o que disse o árbitro, na meia-final da Champions’. 
    - Já foi em 1990. Estamos velhos, SôDalai. 
    - Paneleirices, não, SôZé. 
    - Desculpe.

    terça-feira, 3 de maio de 2011

    Pinóquio



    Pinóquio viu uma menina e ficou de pau feito.

    Caminhar


    Ainda menino, quando só podia conhecer as belezas da minha cidade da janela do carro dos meus pais, via-o aonde quer que fosse, no seu passo apressado de coelho do País das Maravilhas.
    Adolescente, encartado precocemente, dono de viatura, quando percorria as vias, sempre o encontrava, caminhando determinado, como que marcando-me à zona, olhos no chão, cabeça, onde, só ele saberia.
    Adulto feito, preso por compromissos a um escritório, mas sempre amante de uma boa voltinha a ver o que mudava na minha terra, lá encontrava a cada esquina o meu colega caminheiro, baixando o vidro para lhe observar as rotas cada vez mais alargadas, mas sempre divagando ao ritmo imutável dos seus passos.
    Nos meus passeios de reformado, da janela do autocarro que percorria o perímetro urbano cada vez mais alargado, sempre o avistava, mais lento, talvez, mas sempre perseguindo a sua meta que só ele conheceria.
    Hoje, com os meus noventa anos, preso na cama do lar onde o destino me confinou, dizem-me os netos que ele prossegue, prossegue sempre, hoje aqui, amanhã ali, passo ritmo, passada curta, sempre incansável.
    Andar a pé faz mesmo bem à saúde.